sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Léo Terto: as dores e as delícias de ser o que é

Nada mais real de se perceber, quando se está assentado na cadeira do poder, que nem tudo são flores. No terceiro dia de sua gestão, o novíssimo prefeito Léo Terto já conseguiu ver a diferença entre criticar quem governa, e a dificuldade que se tem quando se está governando. É a velha máxima: falar é fácil e criticar os outros mais fácil ainda, mas se ponha no lugar de quem estava fazendo! Aí amigo velho, a cobra fuma, e o jumento escramussa como diz seu pai, que é raposa velha em política: o ex-prefeito Geraldo Paulino.
Mal senta na cadeira de Prefeito, e já ouve em um único dia a enxurrada de pedidos, desabafos e críticas de aliados e eleitores insatisfeitos com a composição do governo, e ainda foi brindado com uma briga sobre quem é quem nas secretarias e nos cargos de chefia. 
E olhe que ainda teve a sorte de conseguir fazer, como quem dá anestesia para uma onça, Edilson do Sítio São Gonçalo, que desejava ser o secretário de saúde, mas teve que se contentar em dar vacinas a cabras e vacas, ficando com a apagada Secretaria de Agricultura, é o que se comenta na cidade. E as irmãs de Diraldo? Por enquanto, ainda sem prestígio no novo governo, não resolveram abrir a boca, pra sorte do Pobre Léo. Somente Leondas, que fala pelos os cantos insatisfeito por não ter muita voz ativa no novo governo.
É claro que, apesar de tudo isso, qualquer um gostaria de estar na pele de Léo Terto, inclusive os que perderam seus postos do governo que passou.  
Mas agora, o atual prefeito, mais do que ninguém, começa a ter a nítida noção de que as delícias do poder são inseparáveis das sucessicas dores de cabeça, dos 4 anos de mandato, isso se a Justiça eleitoral deixar, porque somente com uma AIJE impetrada pela a Coligação Cacimbas Seguindo em Frente, Léo Terto vai gastar com advogados aproximados 300 mil reais para tentar salvar seu mandato que lhe custou cerca de 1 milhão de reais.  
E que é bom começar logo a se acostumar a conviver com a classe política insaciável, melindrosa e beligerante e com protestos populares contra falta de medicamentos e veículos para a saúde, e as bufunfas prometidas aos amantes do real, a exemplo do Dija e seu genitor o ex-vereador Inacinho; outro que está se lambendo é o Sargento Jucemar que sonha com alguns patufús de real no bolso; não esquecendo de Júnior Barros, Secretário Governamental que sonha em tirar a barriga da miséria; e nem falamos da fantasiosa gestão de vice-prefeito, se é que existe, pelo o que sabemos quem manda é o Prefeito e não um vice; e o pior da história, Léo Terto entregou a galinha dos ovos de ouro a Genilson seu irmão, a Tesouraria. Genilson já comprou um veículo que custa 135 mil reais, e com certeza vai querer ressarcir para si, o dinheiro invesdtido. Será que vai? E a Câmara de Vereadores que atualmente é contra Léo Terto, como será que vai se comportar?

Redação do Cacimbas Atualidade

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